MORRE O JORNALISTA E ESCRITOR FÁBIO CAMPANA, VÍTIMA DE COVID-19

MORRE O JORNALISTA E ESCRITOR FÁBIO CAMPANA, VÍTIMA DE COVID-19

Fábio Campana, jornalista e escritor, morreu na noite deste sábado (29/05), aos 74 anos, em Curitiba. Uma publicação feita no blog pessoal do jornalista confirmou a morte. Ele foi internado em 26 de maio com diagnóstico positivo para Covid-19, no Hospital Nossa Senhora das Graças (HNSG), na capital paranaense.

Além de jornalista e escritor, Campana também foi poeta, publicitário e editor. Nasceu em 1947 no município paranaense de Foz do Iguaçu. Viveu em Curitiba desde 1960. Casado com a psicóloga e professora Denise de Camargo desde 1975, ele deixa dois filhos e um neto.

Carreira profissional
No jornalismo, além de editor de seu blog por 15 anos, foi editor da revista Atenção e do jornal Correio de Notícias. Atuou como colunista político dos jornais Gazeta do Povo, O Estado do Paraná, Tribuna do Paraná, Gazeta do Paraná e Tribuna do Norte. Foi comentarista de política das rádios BandNews, Banda B e CBN no Paraná.

Como escritor, publicou os livros Restos Mortais, contos (1978); No Campo do Inimigo, contos (1981); Paraíso em Chamas, poesia (1994); O Guardador de Fantasmas, romance (1996); Todo o Sangue (2004); O último dia de Cabeza de Vaca (2005); Ai (2007); A Árvores de Isaías (2011); O Ventre, o Vaso, o Claustro (2017); e As Coisas Simples (2019).

Foi diretor da editora Travessa dos Editores, onde também dirigiu as revistas Et Cetera e Ideias.

Trabalhou como secretário de Comunicação Social da Prefeitura de Curitiba e secretário de Estado da Comunicação Social em três administrações do Governo Estadual do Paraná.

No campo do marketing político, atuou em diversas campanhas para governador do Paraná e em inúmeras campanhas para prefeituras, além de ter dirigido a comunicação das campanhas presidenciais que elegeram dois presidentes do Paraguai: as de Juan Carlos Wasmosy (1993) e de Raúl Cubas Grau (1998).

Foi filiado ao Partido Comunista em 1960 e esteve filiado ao PCdoB até 1981, quando deixou o partido. Foi preso político em 1966 e em 1970.

Foto: Reprodução

Com informações do blog de Fábio Campana.

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