CURITIBA PASSOU, NO SÁBADO, DOS 600 MIL VACINADOS COM A PRIMEIRA DOSE ANTICOVID

 Foto: Luiz Costa/SMCS

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Curitiba imunizou, até sábado (12/6), 603.520 pessoas com a primeira dose da vacina contra o novo coronavírus. Apenas nesta data, 16.720 curitibanos receberam uma dose do imunizante. As informações são da Prefeitura de Curitiba / SMCS.

Até sábado foram vacinados: 301.809 idosos, 88.274 profissionais dos serviços de saúde da cidade (incluindo as equipes de vacinação), 6.831 moradores, funcionários e cuidadores de instituições de longa permanência, 10.857 trabalhadores das forças de segurança, 80 indígenas, 6.856 gestantes e puérperas, 6.954 pessoas com deficiência, 104.715 pessoas com comorbidades, 17.642 educadores (entre professores e trabalhadores da Educação Básica) e 59.602 pessoas do grupo convocado por idade.

Cronograma
A partir desta segunda-feira (14/6), Curitiba retoma a vacinação de grávidas e puérperas e imuniza profissionais da Educação Básica com 38 anos ou mais.

Também estão sendo atendidas com a primeira dose pessoas com comorbidades entre 18 e 59 anos, pessoas com deficiência permanente acima de 18 anos, idosos com 60 anos ou mais que ainda não tenham recebido a vacina, profissionais de Saúde com registro em conselho de classe, trabalhadores de drogarias e farmácias de manipulação e funcionários da Fundação de Ação Social (FAS).

Segunda dose
Em Curitiba, 232.220 pessoas receberam a segunda dose da vacina até sábado (12/6). A vacinação com a segunda dose está sendo feita nas instituições de longa permanência, em profissionais de saúde e idosos.

Também seguem sendo imunizados com a segunda dose os idosos acima de 80 anos que receberam a primeira dose da vacina da AstraZeneca.

Doses recebidas
Até o momento, Curitiba recebeu do Ministério da Saúde, repassadas pelo Governo do Paraná, 922.540 doses de vacinas, sendo 623.920 para primeira dose e 298.620 para segunda dose. Nesse montante já estão contabilizados os 5% de reserva técnica.

A reserva técnica é uma medida de segurança, faz parte dos protocolos da logística e é necessária para evitar problemas no fluxo de imunização que possam ser causados por imprevistos eventuais, como por exemplo, quebra acidental de frascos.

Além da reserva técnica, a SMS precisa manter um estoque de vacinas para garantir a imunização de remanescentes dos grupos já contemplados – pessoas que por algum motivo não fizeram a imunização nas datas estipuladas. Por exemplo, quem estava em processo de confirmação de comorbidade ou não comparecido no dia programado para sua imunização. Essas pessoas têm o direito e serão vacinadas quando comparecerem aos postos de vacinação.

Da SMCS

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