COMPORTAMENTO DE RISCO É UM PROBLEMA A SER RESOLVIDO NA PANDEMIA, AVALIA HUÇULAK

COMPORTAMENTO DE RISCO É UM PROBLEMA A SER RESOLVIDO NA PANDEMIA, AVALIA HUÇULAK

Mais de um ano após a confirmação dos primeiros casos de coronavírus em Curitiba, o comportamento de risco adotado por parte da população ainda é um problema a ser resolvido na pandemia, segundo a avaliação da secretária municipal da Saúde, Márcia Huçulak. As informações são do Paraná Portal.

Em entrevista ao Paraná Portal, ela pondera que, com o conhecimento adquirido nos últimos meses, seria possível manter a covid-19 em níveis controlados, com a abertura parcial do comércio e dos serviços, minimizando riscos desnecessários.

Com a introduções de variantes do coronavírus, que atualmente predominam em Curitiba, a internação de jovens e adultos cresceu em níveis alarmantes, embora a mortalidade entre os idosos continue maior.

“Nesse momento da pandemia não tem [apenas] grupo de risco, mas comportamento de risco“, alerta Márcia Huçulak.

“Temos a maturidade de entender que a sociedade poderia estar aberta, com o comércio aberto e as demais atividades que a gente precisa, até porque elas geram emprego e renda. Elas podem funcionar desde que as pessoas compreendam as medidas de proteção”.

COVID-19: AGLOMERAÇÕES PRECISAM SER COMBATIDAS
Segundo a chefe da Secretaria Municipal da Saúde, as aglomerações precisam ser combatidas, assim como as festas clandestinas e qualquer atividade que exponha a população à contaminação. O mesmo vale para os serviços essenciais e autorizados pelos decretos.

“Não é porque tem acesso que você deva ir. Não é porque o mercado está cheio, que você tenha que entrar”, orienta Huçulak. “Procure um mercado mais vazio ou mude o horário que você costumava ir”, complementa.

De acordo com a secretária, o curitibano tem sido ativo no combate à pandemia do coronavírus, mas ideias de autoproteção e medidas preventivas ainda precisam ser melhor trabalhadas com a sociedade.

“De modo geral, o curitibano foi muito parceiro e entendeu a gravidade e a importância das restrições. É momento de pensar no coletivo, e não no individual”, avalia Márcia Huçulak.

“Se todos colaborarem, não precisamos de tantas restrições. É muito chato fazer decreto. Eu não vejo a hora de não precisar mais fazer decretos. De dizer: ‘acabou, Curitiba’. Mas, infelizmente, é a medida restritiva que tem que proteger a sociedade”, concluiu.

Foto: Rodrigo Fonseca/CMC

Do Paraná Portal

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