AVALIAÇÃO DO ICS CRESCE 13% NA ANS E BATE RECORDE HISTÓRICO

O Instituto Curitiba de Saúde (ICS) alcançou a maior avaliação da sua história junto a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A ANS divulgou nesta semana o resultado do Monitoramento do Risco Assistencial realizado anualmente em todas as operadoras de plano de saúde.

O ICS recebeu a nota 0,9757, o melhor resultado desde o início do monitoramento em 2014. O diretor-presidente do ICS, Tiago Waterkemper, agradeceu a dedicação e o empenho dos colaboradores. “É uma conquista de todos. Uma avaliação técnica que comprova a qualidade dos serviços prestados aos nossos segurados”, afirma.

“Tivemos uma evolução expressiva em comparação com última avaliação (0,8472) realizada em 2019, porém estamos determinados a alcançar a nota máxima (1,0). A determinação do prefeito Rafael Greca é proporcionar aos beneficiários o melhor plano de saúde do Brasil e é isso que vamos fazer”, acrescenta Tiago Waterkemper.

O Instituto Curitiba de Saúde é o plano de saúde destinado aos servidores públicos municipais ativos, inativos, seus dependentes e pensionistas.

O órgão tem a finalidade de prestar assistência à saúde, por meio de serviços ambulatoriais e hospitalares, consultas e atendimentos médicos, odontológicos e de outros profissionais, apoiados por procedimentos diagnósticos e terapêuticos. A carteira de segurados é de cerca de 77 mil beneficiários.

MONITORAMENTO – A ANS avalia todas as operadoras de saúde do país e tem por objetivo a prevenção de anormalidades que ponham em risco a continuidade ou a qualidade do atendimento à saúde prestado pelas operadoras aos seus beneficiários.

O mapeamento consiste na análise do cumprimento das regras que avalia o atendimento às necessidades de saúde dos beneficiários de forma adequada e em tempo oportuno.

O Monitoramento do Risco Assistencial leva em conta a dimensão assistencial, a dimensão atuarial dos produtos e a dimensão estrutural e operacional. No ano de 2020, a ANS não realizou a avaliação de nenhuma operadora de saúde, devido à pandemia da Covid-19.

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