RATINHO JR DIZ QUE AULAS PRESENCIAIS SÓ VOLTAM APÓS VACINAÇÃO DE PROFESSORES

RATINHO JR DIZ QUE AULAS PRESENCIAIS SÓ VOLTAM APÓS VACINAÇÃO DE PROFESSORES

A exemplo do que anunciou o prefeito de Curitiba, Rafael Greca (DEM), o governador Ratinho Júnior (PSD) também afirmou que as aulas presenciais na rede pública estadual de ensino do Paraná só devem ser retomadas após a vacinação dos professores e trabalhadores da educação. As informações são do Bem Paraná.

O governador fez o anúncio nesta terça-feira (30/03), um dia após o prefeito da capital paranaense fazer o mesmo. Ratinho Jr prevê que a vacinação da categoria deve acontecer em abril, após a imunização de todos os paranaenses com mais de 60 anos, e que as aulas devem retornar a partir de maio.

“Nós queremos fazer o retorno às aulas. Mas nós também não podemos fazer isso sem ter a segurança em especial para os professores, que são o grupo de risco nessa faixa de 30, 40, 50 anos, que ele volte para a sala de uma maneira que possa colocá-lo em risco. Se nós não tivéssemos uma cepa que nós temos hoje, possivelmente isso já teria acontecido. Porque o contágio é muito menor”, explicou Ratinho Jr em entrevista à rádio Joven Pan.

“Como ela veio de forma muito rápida, muito forte, nós estamos aprendendo como é que funciona essa transmissão dessa nova cepa, nós estamos cuidando. Mantendo as aulas remotas, pela internet, pela televisão, celular, e criando esse critério aqui no Paraná que assim que a gente fechar o ciclo de 60 anos – acredito que até meados de abril a gente vai vacinar todos com mais de 60 anos – vamos começar os nossos policiais e professores. Isso vai ajudar até meados de maio estar voltando para a sala de aula”, previu o governador.

“Se a gente conseguir vacinar antes, ótimo, a gente volta antes. Mas eu estou dando esse prazo do mês de abril, que a gente vai ter esse tempo para poder vacinar”, apontou Ratinho Jr.

As aulas presenciais no Paraná estão suspensas desde março de 2020, por causa da pandemia. No início do ano, o governo anunciou a retomada a partir de 18 de fevereiro, em modelo híbrido, com metade dos alunos presentes nas escolas e os demais em aulas remotas. Mas com o agravamento da pandemia e o crescimento do número de mortes, casos e superlotação de hospitais, o governo acabou recuando, e suspendeu o retorno por tempo indeterminado.

Foto: Rodrigo Felix Leal /AEN

Da Agência Estadual de Notícias

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