NO PARANÁ, TAXA DE OCUPAÇÃO DE LEITOS DE UTIS COVID CAI PARA 75%

Foto: Geraldo Bubniak/AEN

A Secretaria de Estado da Saúde registrou a menor taxa de ocupação de leitos de UTI Covid-19 desde 13 de fevereiro. Na época, o Paraná atingiu 77% de ocupação. Nesta quarta-feira (14/07), a taxa chegou a 75%. As informações são do Bem Paraná com Sesa e Agência Brasil.

Além disso, a taxa de reprodução do coronavírus (Rt) chegou a 0,69, segundo a plataformaLoft.Science. Esta é a segunda vez na semana que o Paraná registra baixa nestes dois índices.

Desde o início da implantação dos leitos exclusivos Covid-19 no Paraná, em 26 de março de 2020, 98,4 mil pessoas foram atendidas. Atualmente a média de permanência dos pacientes varia entre 11 dias em UTIs e seis em enfermarias. O Paraná soma 4.739 leitos exclusivos para atendimento de pacientes com a doença.

Na quarta-feira, o boletim da Sesa registrou mais mais 3.507 casos confirmados e 196 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma 1.327.352 casos confirmados e 32.975 óbitos.

Curitiba
A Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba registrou, nesta quarta-feira (14), 732 novos casos de Covid-19 e 19 óbito. Até o momento foram contabilizadas 6.429 mortes e 251.045 moradores de Curitiba testaram positivo para a Covid-19. Eram 7.139 casos ativos na cidade, correspondentes ao número de pessoas com potencial de transmissão do vírus, e a taxa de ocupação de UTIs em 71%. Restavam 155 leitos livres.

Brasil
O boletim do Ministério da Saúde registrou, nesta quarta-feira (14), 57.736 novos casos da Covid, com 1.556 óbitos. O total foi para 19.209.729 de casos e 537.394 mortes desde o início da pandemia.

Internação em baixa
O avanço da vacinação continua a reduzir a internação de pacientes com Covid-19 em unidades de terapia intensiva (UTIs) no país e, pela primeira vez desde dezembro de 2020, nenhuma unidade da federação está com mais de 90% desses leitos ocupados. O dado consta do Boletim Observatório Covid-19, divulgado ontem pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Segundo os pesquisadores da Fiocruz, a vacinação tem feito diferença e traz reflexos positivos ao quadro pandêmico à medida que é ampliada.

Os pesquisadores avaliam que a imunização tem feito a diferença para a queda dos porcentuais, mas alertam que as vacinas têm capacidade limitada de bloquear a transmissão do vírus, que continua a circular de forma intensa. Com isso, as medidas sanitárias devem ser mantidas.

Do Bem Paraná com Sesa e Agência Brasil.

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