EM PROCESSO DE FRITURA, 52% DOS BRASILEIROS QUEREM QUE SÉRGIO MORO CONTINUE MINISTRO

EM PROCESSO DE FRITURA, 52% DOS BRASILEIROS QUEREM QUE SÉRGIO MORO CONTINUE MINISTRO

O fogo amigo é cada vez maior. Desde que o presidente Jair Bolsonaro resolveu intensificar o processo de fritura do seu Ministro mais popular, especula-se nos corredores de Brasília que Sérgio Moro pode abandonar o barco.

CORTE DE 32% NO ORÇAMENTO DE SÉRGIO MORO

O ataque mais recente veio do intocável ministro da Economia, Paulo Guedes, que, argumentando a necessidade de readequação ao limite constitucional do teto de gastos, retirou 32% do orçamento do Ministério da Justiça e Segurança Pública, comandada por Sérgio Moro. Tal corte, segundo Moro, coloca usa pasta em “alarmante cenário”. Ele pede um aumento de, pelo menos, R$ 3,71 bilhões.

Na última quarta-feira (21), Sérgio Moro enviou três ofícios ao Ministério da Economia, comandado por Guedes. Em um deles, Moro alertou:

Embora compreenda os problemas decorrentes dos ajustes do teto de gastos, informo, respeitosamente, que o referencial monetário apresentado representa significa redução no orçamento deste Ministério, resultando em alarmante cenário de inviabilização de políticas públicas de segurança, cidadania e justiça essenciais para a sociedade brasileira”.

Paulo Guedes ainda não respondeu.

OPINIÃO POPULAR

Todavia, nem as trocas de mensagens vazadas com o procurador Deltan Dallagnol, nem o processo de fritura que sofre, é o suficiente para mudar a opinião popular sobre o ministro Sérgio Moro.

A pesquisa divulgada nessa segunda-feira (26) pelo instituto MDA, em parceria com a CNT (Confederação Nacional do Transporte), mostra que 52% dos brasileiros acreditam que Sérgio Moro deve continuar no Ministério. 35,3% acredita que o ministro deveria deixar o cargo.

EM PROCESSO DE FRITURA, 52% DOS BRASILEIROS QUEREM QUE SÉRGIO MORO CONTINUE MINISTRO

Apesar da popularidade de Sérgio Moro continuar caindo, é inegável que ainda goza do apoio da maioria dos brasileiros.

Para acessar a íntegra da pesquisa, clique aqui.

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