APROVAREMOS A REFORMA TRIBUTÁRIA, ADMINISTRATIVA E O RENDA MÍNIMA”, DIZ RICARDO BARROS

APROVAREMOS A REFORMA TRIBUTÁRIA, ADMINISTRATIVA E O RENDA MÍNIMA”, DIZ RICARDO BARROS

O novo líder do Governo na Câmara dos Deputados, deputado Ricardo Barros (PP/PR), já adiantou quais os temas que devem ser prioritários na Câmara nos próximos meses. “Aprovaremos a reforma tributária, a reforma administrativa e o programa Renda Mínima”, disse, nesta quinta-feira (13/08) em entrevista á rádio Jovem Pan.

De perfil articulador, com seis mandatos na Câmara dos Deputados e tendo sido líder do governo FHC, vice-líder das gestões Lula e Dilma e ministro da Saúde na administração Temer, Ricardo Barros diz que pretende usar a experiência para “construir maioria nas votações das matérias de interesse do governo e do país”.

O novo líder descarta a política do “toma-lá-dá-cá” reforça que o sistema de governo brasileiro é o presidencialismo de coalização. “Todos os últimos presidentes se elegem com algo em torno de dez por cento de representação de seus partidos nas casas legislativas. Por isso é preciso fazer coalizão”, explica.

TRIBUTÁRIA – Uma dos primeiros desafios de Ricardo Barros será liderar a aprovação da reforma tributária. O ministro da Economia, Paulo Guedes, tem defendido a criação de um novo imposto sobre transações digitais. O texto está sendo relato no Congresso pelo deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).

Barros afirma que é possível passar a reforma tributária sem o aumento da carga. “Uma simplificação tributária, unificação de alíquotas, eliminação de impostos em cadeia que prejudicam a competitividade, aumentam o custo brasil. Precisamos tributar menos a produção, a folha das empresas e mais o resultado, os lucros das empresas”.

Ricardo Barros defende também a aprovação de dois fundos para evitar que a reforma produza desequilíbrios regionais. O primeiro seria o Fundo de Equilíbrio Fiscal para que “Estados e municípios sejam compensados de perdas de receitas”, e um Fundo de Desenvolvimento Regional para garantir investimentos em infraestrutura aos locais que hoje só são competitivos por meio de guerra fiscal.

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